Posts Tagged 'amizade'

Quando o plano B sai melhor que o plano A

Ontem foi feriado. Levamos um bolo. Mas você acha que eu e meus amigos temos cara de quem chora pelo leite derramado? Minha mente mirabolante que funciona bem sob pressão logo providenciou um plano supimpa para nossa noite. O bom humor dos meus amigos e nossa cara de pau ajudam, verdade seja dita. O network também. Coisa boa dar aquela risada boba, se divertir com muito pouco, colocar a jogatina em dia, encontrar quem a gente nem pensou em encontrar naquele dia, ser bem recebido, chegar em casa de madrugada e ter poucas horas de sono até estar de pé para o lerê lerê.

Gerente supervisionando mais um assalariado do sistema capitalista

Gerente supervisionando mais um assalariado do sistema capitalista

Anfitriões

Anfitriões

ps: post homenagem aos amigos que às vezes esqueço de dar a honra devida, mas que são os melhores! É que eu sou de lua e nem sempre tô pra papo. hehe

C.

Por pouco a gente não muda de profissão

Em um determinado momento da vida eu queria ser publicitária. E quando eu vou em festas como a do Guerreiros da Criação, que premia as melhores agências de publicidade alagoanas,eu entendo o motivo. heheh. Festa temática, gente bonita e interessante, música boa e comidas deliciosas. Mais um ano a gente lá graças a cara de pau de Elaine que apesar de não ser publicitária é uma jornalista influente, coisa que não sou. Sem falar que em festa de jornalismo o máximo que você pode levar pra casa é algum jornalzinho infame colocado estratégicamente na saída, e na festa do Guerreiros os caras sortearam um carro! hauahau! Luna, faltou vc!!

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Ivanzito!

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Para quem conhece as piadas internas parte 1: Renata, eu, Suzy (essa é a Nega Maluca, ela mesmo!!) e Elaine. Nega Maluca que é influente estava na festa!

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Para quem conhece as piadas internas parte 2:  Jogo do único erro nessa foto. Quem souber do que se trata, deixa  um comentário. kkk

C.

Que se há de fazer se somos seres relacionais?

 Eu sou mestre em trapalhada. Distorço palavras e dou passos largos quando lá atrás vejo a sombra de alguém que caminha timidamente. A pressa me atrapalha e eu me embanano toda. Confundo intenções que para qualquer um estão mais que claras. Atraio gente confusa. Sequestradores de afeto. Faço piada na hora mais caótica que é pra manter o mínimo de leveza. Num mundo de incredulidade, continuo acreditando. Quebro a cara. Ooops. Choro. Desligo tudo. Penso que já passei por coisa pior. Sorrio. Acho que aprendi a lição. Daí a pouquinho, caio em papo malandro de novo e penso: “Vai ser burra assim na China” (a gente diz a China para não falar inferno, né? Mas não sei porque logo a China). Me olho no espelho com vontade de me dar um cascudo, dois segundos se passam e já me dou um sorriso com uma piscadinha de canto de olho. Malandra! Às vezes brigo comigo mesma, mas logo faço as pazes.

 

Ninguém me ensinou a filtrar relacionamento. Sou ecumênica por natureza. Tenho amigo gay, católico, sou amiga de gente chata. Tatuados, certinhos conservadores, religiosos, os que espantam todo mundo com uma liberdade tamanha. Tradicionais e os pentecostais sapatinho de fogo.Os ricos, os lisos. Patricinhas, crianças. Dou risada com esse povo todo e não vou me privar de viver com cada um deles por convenção social, religiosa, econômica, intelectual ou porque quebrei a cara com uns caras de pau pelo caminho.  Quer viver, aprender, amadurecer? Coloca a cara na rua, bate papo, se despe de preconceito.

 

Eu e Ana perua!

 

 

Eu quero ser assim, preciso ser assim a despeito de toda e qualquer experiência ruim que tenha tido. Continuo atrapalhada demais. Tenho doutorado em brôquice se é que existe essa palavra. Mas esse é o  meu, esse é o nosso DNA e não há como fugir dele. Somos imagem e semelhança de um Deus pessoal e relacional, que se há de fazer? Somos seres relacioanais. No conflito sei que vou chorar a milésima lágrima, me darei uns bons cascudos, farei uma piada sem graça num dia triste e daqui a pouco  vou sorrir de novo.

 

“Eu sou malandro e tenho dribles geniais, já venci o mal uma vez e posso fazer de novo”

Luo.

 

C.

Minha família em João Pessoa

Eu fui em João Pessoa ver uma pessoinha que me chama de Tia Abele. Que é fã do Pica Pau e que tomou a pílula falante da Emília e agora fala que só..Gabriel!!! Fui ver o meu Bispo, meu amigo, meu guia turístico. Fui ver a Bispa, confidente, que se alegra com minha alegria, chora com minha dor e quer dar um pau em quem me faz mal. Heheh

 

Bispo e Bispa são logicamente expressões que uso de brincadeira. Mesmo porque nós achamos uma palhaçada esses mercadantes da fé que se autodenominam bispos, apóstolos e se duvidar semi-deuses. heheh.  Embora Cléa e Luna não sejam da minha igreja, não morem no meu bairro nem na minha cidade, confio minha vida a eles, minhas idéias e sentimentos como não faço com quase ninguém. Sim, pra conhecer um pouquinho do Bispo, clica aqui.

 

Ps: Bispos, amo vocês,

 

C.

 

A família que escolhemos ter

Não entendo bem o poder que têm os laços de sangue.  Digo isto porque em nossa cultura nos valemos disso para exaltar ou justificar nossos relacionamentos com os nossos parentes, mas se pudéssemos escolher, muitos deles, apesar de serem “nosso sangue”, não fariam parte no nosso circulo de convívio. E boa parte deles não faz mesmo. Venho de uma família com muitos tios e tias e conseqüentemente muitos primos. A maior parte deles foram  companhias de brincadeiras na infância no sítio do meu avô ou em festinhas de aniversário que muitas vezes fomos sem nenhum desejo, mas apenas por causo desses tais laços familiares. Hoje em dia conto nos dedos os primos que tenho contato. A maioria deles é estranha pra mim. Gente que encontro em festas ocasionais e com quem não tenho nada em comum, além do sangue. Não sei se por culpa minha, por culpa deles, ou talvez isso seja bem mais comum entre as famílias do que eu mesmo imagino.

Tenho um amor profundo pela minha família, mas quem cresce dentro de igreja, ou melhor, quem faz parte do Reino de Deus logo aprendeu que tem mais de uma família. Não é a toa que nas igrejas costumamos nos chamar de irmãos, relembrando sempre  a força do amor que nos une. E é engraçado como muitos desses “irmãos” são mais nossa família do que a nossa própria família de sangue. Alguém já disse certa vez que os amigos são a família que escolhemos ter.
 
Tenho muitos irmãos dentro desse reino. Um deles é um irmão que por um acaso não nasceu lá em casa e/ou vice versa. Ele é meu irmão mais velho (ou sou eu que sou a irmã mais velha dele?) que por um acaso não é filho do meu pai, nem da minha mãe. Já sorrimos juntos, já choramos juntos. Sonhamos sonhos absurdos e demos bronca um no outro. Já trocamos presentes, já ficamos bem perto, ou bem longe. Já lhe dei gelos inconscientes e ele aturando minhas fases de lua com uma paciência de Jô. Já o vivi menino, brôco que só, hoje vejo ele mais homem, mais maduro, mais perspicaz e com a mesma alegria de sempre. Ah, quem acha um amigo acha um tesouro. Por isso sou grata.

 Banso,Elianderson…. Se não fosse pecado casar com irmão eu casava com você. Mas fique tranqüilo que certamente você será padrinho do meu casamento, mesmo porque você já se auto convidou. Ser sua amiga é tão simples, tão fácil, flui com tanta naturalidade. Me junto a Juli e Deysinha e me sinto mais uma de suas irmãs, mais uma dessas mulheres que Deus colocou na sua vida. Sem você minha vida seria tão mais difícil, porque quem mais iria suprir tão bem minha necessidade de tempo de qualidade? Iria rir das minhas piadas escusas?  Ser meu companheiro emaventuras guiadas por um Deus cheio de idéias  incríveis. Ah, sem você eu não dava conta não. Te desejo nesse dia tudo que desejaria  pra Fabinho, meu irmão. Desejo acima de tudo que essa aventura que você começou, meio com pé atrás, que ela siga; a aventura de conhecer quem é esse Banso de verdade. Porque a gente que consegue ver com clareza quem você é, já se apaixonou por você há muito tempo…

Irmão, amo vc! Feliz Aniversário!
 
C.

Gollum: o impostor que há em mim

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Relacionamentos são sempre surpreendentes. Gosto de descobrir histórias e características novas em amigos antigos. Conheço o Carlos Alberto (comigo e Louise e Ana Cecília na foto) desde os tempos de colégio, fiquei pasma ao descobrir a pouco que ele luta karatê!!! Continue lendo ‘Gollum: o impostor que há em mim’


A observadora

Sou Cibele Tenório, jornalista (com diploma – para total escândalo de Gilmar Mendes), webaholic, mulher de fases. Seja bem vindo!

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