Não entendo bem o poder que têm os laços de sangue. Digo isto porque em nossa cultura nos valemos disso para exaltar ou justificar nossos relacionamentos com os nossos parentes, mas se pudéssemos escolher, muitos deles, apesar de serem “nosso sangue”, não fariam parte no nosso circulo de convívio. E boa parte deles não faz mesmo. Venho de uma família com muitos tios e tias e conseqüentemente muitos primos. A maior parte deles foram companhias de brincadeiras na infância no sítio do meu avô ou em festinhas de aniversário que muitas vezes fomos sem nenhum desejo, mas apenas por causo desses tais laços familiares. Hoje em dia conto nos dedos os primos que tenho contato. A maioria deles é estranha pra mim. Gente que encontro em festas ocasionais e com quem não tenho nada em comum, além do sangue. Não sei se por culpa minha, por culpa deles, ou talvez isso seja bem mais comum entre as famílias do que eu mesmo imagino.

Banso,Elianderson…. Se não fosse pecado casar com irmão eu casava com você. Mas fique tranqüilo que certamente você será padrinho do meu casamento, mesmo porque você já se auto convidou. Ser sua amiga é tão simples, tão fácil, flui com tanta naturalidade. Me junto a Juli e Deysinha e me sinto mais uma de suas irmãs, mais uma dessas mulheres que Deus colocou na sua vida. Sem você minha vida seria tão mais difícil, porque quem mais iria suprir tão bem minha necessidade de tempo de qualidade? Iria rir das minhas piadas escusas? Ser meu companheiro emaventuras guiadas por um Deus cheio de idéias incríveis. Ah, sem você eu não dava conta não. Te desejo nesse dia tudo que desejaria pra Fabinho, meu irmão. Desejo acima de tudo que essa aventura que você começou, meio com pé atrás, que ela siga; a aventura de conhecer quem é esse Banso de verdade. Porque a gente que consegue ver com clareza quem você é, já se apaixonou por você há muito tempo…
C.

maninhaaaaaaaaa
obrigadoooooooooo
amo muito você, de
forma que nem sei
expressar. valeu!