O sossego após o desassossego

Tirou-me o sobressalto e o medo
O sangue voltou a correr..
Levando endorfina a cada célula
Fazendo o sorriso ficar mais largo
E o coração calmo, calmo
Ah, tirou-me o aperto no peito
Acabou com o desassossego
Que perturbava a lembrança insegura
Cada frase, pura medicina
Palavras que despertaram o coração entorpecido

Nos dias em que falei, falei, falei

Ouviu, ouviu e riu

E questionou o porquê do fôlego tomado

Se o castigo para que eu tivesse paz

Já foi pago

Sobre seus ombros, carregado

Tirou-me tanto
E me trouxe outro tanto de coisas

E pela troca que vivenciamos todos os dias

Serei eternamente grata

C.

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A observadora

Sou Cibele Tenório, 25 anos, jornalista, cristã, curiosa, falante a bessa. Sou isso e mais um monte de coisas. Pensando, contestando, refletindo, sorrindo, escrevendo, fuçando. Gerúndios que me acompanham. Fiz disso aqui diário, jornal, tribuna, circo. Um pouco do meu olhar sobre o mundo. Só não sei se o mundo que é grande pra o meu olhar, ou meu olhar é que engole esse mudão todo. Seja bem vindo!

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