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Tocando em frente

24 Julho, 2008

Como a maioria deve saber, não sou uma apreciadora da música sertaneja. Pelo menos não dessas que tocam nas rádios e que grudam na nossa cabeça com refrões clichês. Mas meu pai é grande fã da moda da viola, da música sertaneja de raiz. Essa música ai em baixo é do Almir Sater. Gosto desta música desde criança e hoje pensando na vida cantarolei ela. Não é a toa que ela se chama Tocando em frente. Linda:

 

Ando devagar porque já tive pressa
Levo esse sorriso porque já chorei demais
Hoje me sinto mais forte, mais feliz quem sabe
Só levo a certeza de que muito pouco eu sei
Eu nada sei

Conhecer as manhas e as manhãs,
O sabor das massas e das maçãs,
É preciso amor pra poder pulsar,
É preciso paz pra poder sorrir,
É preciso a chuva para florir

Penso que cumprir a vida seja simplesmente
Compreender a marcha e ir tocando em frente
Como um velho boiadeiro levando a boiada
Eu vou tocando os dias pela longa estrada eu vou
Estrada eu sou

 
Todo mundo ama um dia todo mundo chora,
Um dia a gente chega, e no outro vai embora
Cada um de nós compõe a sua história
Cada ser em si carrega o dom de ser capaz
E ser feliz

 
Ando devagar porque já tive pressa
Levo esse sorriso porque já chorei demais
Cada um de nós compõe a sua história,
Cada ser em si carrega o dom de ser capaz
E ser feliz

 

Boa música. Independente do rótulo. É o que importa,

C.


 

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A salvação do humor na tv: CQC

22 Julho, 2008

 

Há tempos estou devendo um texto sobre o CQC, programa que a  Band exibe todas as segundas à noite. Isso porque sou uma entusiasta do CQC e embora a Band não me pague um real pra isso (e sem falar que eu trabalho na concorrência) faço propaganda do programa pra Deus e o mundo! Mundo, leia-se, meus amigos. Cada um tem o mundo que merece.

 

Enfim, quando eu ouvi que o Marcelo Tas tava na parada já me animei. Marcelo Tas meu companheiro das tardes, professor Tiburcio do Ratimbum. Quando virei gente e fui estudar jornalismo, me dei conta de quem era o tal careca da TV Cultura. Marcelo sempre teve a frente do seu tempo, falava em mídias alternativas quando ninguém nem sabia o que era isso direito. Comandou o Vitrine, programa da TV Cultura, em sua melhor fase há uns anos atrás. E hoje ta lá como o Tiozinho que controla a bagunça do CQC. Com todo respeito pelo Tiozinho, Marcelo.

 

O elenco é incrível. E só gente muito inteligente pra fazer piadas daquele naipe. Trabalho com produção de tv. Sei que produtor nenhum, pauta nenhuma  que pode ser boa como for, se sustenta sozinha se não tiver a perspicácia do repórter. Por isso acredito que eles devem ter uma produção bacana lá, mas os repórteres/atores são mesmo muito bons.

 

Entre tantos homens de preto, destaco o Danilo Gentili que faz valer cada minuto de sono que eu perco pra assistir o CQC já que a essa altura teoricamente teria que estar na cama, porque o dever me chama cedo no outro dia. O Danilo tem uma cara sonsa ótima, tiradas geniais e imagino que ele deva ser ou ter sido, não sei, cristão. Isso porque as piadas dele na Marcha Pra Jesus eram dignas de um teólogo. Aqueles tapas na cara que nós, como cristãos, criticamos, mas que se vivessemos um cristianismo verdadeiro não iríamos ter que ouvir. Tiro o chapéu pra ele. (Danilo, se vc um dia por acaso para por aqui: cristianismo e humor são possíveis! Adoraria trocar idéia com você sobre isso)

 

Hoje, fuçando aqui descobri o blog do Gentili, o capeta em forma de guri. http://danilogentili.zip.net/. Vale vocês irem lá. No You tube, procurem “Repórter inexperiente”, com ele também. Dia desses na redação da tv mostrei o vídeo dele entrevistando o Cabrini e a redação veio abaixo. Cabrini não, Cabreiro.

 

E assistam o CQC às segundas na Band.Não sei a hora exata…Quando terminarem essas novelas péssimas que estão passando hoje em dia, vocês colocam lá na Band.

 

 

C.

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A família que escolhemos ter

15 Julho, 2008

Não entendo bem o poder que têm os laços de sangue.  Digo isto porque em nossa cultura nos valemos disso para exaltar ou justificar nossos relacionamentos com os nossos parentes, mas se pudéssemos escolher, muitos deles, apesar de serem “nosso sangue”, não fariam parte no nosso circulo de convívio. E boa parte deles não faz mesmo. Venho de uma família com muitos tios e tias e conseqüentemente muitos primos. A maior parte deles foram  companhias de brincadeiras na infância no sítio do meu avô ou em festinhas de aniversário que muitas vezes fomos sem nenhum desejo, mas apenas por causo desses tais laços familiares. Hoje em dia conto nos dedos os primos que tenho contato. A maioria deles é estranha pra mim. Gente que encontro em festas ocasionais e com quem não tenho nada em comum, além do sangue. Não sei se por culpa minha, por culpa deles, ou talvez isso seja bem mais comum entre as famílias do que eu mesmo imagino.

Tenho um amor profundo pela minha família, mas quem cresce dentro de igreja, ou melhor, quem faz parte do Reino de Deus logo aprendeu que tem mais de uma família. Não é a toa que nas igrejas costumamos nos chamar de irmãos, relembrando sempre  a força do amor que nos une. E é engraçado como muitos desses “irmãos” são mais nossa família do que a nossa própria família de sangue. Alguém já disse certa vez que os amigos são a família que escolhemos ter.
 
Tenho muitos irmãos dentro desse reino. Um deles é um irmão que por um acaso não nasceu lá em casa e/ou vice versa. Ele é meu irmão mais velho (ou sou eu que sou a irmã mais velha dele?) que por um acaso não é filho do meu pai, nem da minha mãe. Já sorrimos juntos, já choramos juntos. Sonhamos sonhos absurdos e demos bronca um no outro. Já trocamos presentes, já ficamos bem perto, ou bem longe. Já lhe dei gelos inconscientes e ele aturando minhas fases de lua com uma paciência de Jô. Já o vivi menino, brôco que só, hoje vejo ele mais homem, mais maduro, mais perspicaz e com a mesma alegria de sempre. Ah, quem acha um amigo acha um tesouro. Por isso sou grata.

 Banso,Elianderson…. Se não fosse pecado casar com irmão eu casava com você. Mas fique tranqüilo que certamente você será padrinho do meu casamento, mesmo porque você já se auto convidou. Ser sua amiga é tão simples, tão fácil, flui com tanta naturalidade. Me junto a Juli e Deysinha e me sinto mais uma de suas irmãs, mais uma dessas mulheres que Deus colocou na sua vida. Sem você minha vida seria tão mais difícil, porque quem mais iria suprir tão bem minha necessidade de tempo de qualidade? Iria rir das minhas piadas escusas?  Ser meu companheiro emaventuras guiadas por um Deus cheio de idéias  incríveis. Ah, sem você eu não dava conta não. Te desejo nesse dia tudo que desejaria  pra Fabinho, meu irmão. Desejo acima de tudo que essa aventura que você começou, meio com pé atrás, que ela siga; a aventura de conhecer quem é esse Banso de verdade. Porque a gente que consegue ver com clareza quem você é, já se apaixonou por você há muito tempo…

Irmão, amo vc! Feliz Aniversário!
 
C.
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O poder de um blog

14 Julho, 2008

Yoani Sánchez usa a internet para relatar, com humor cáustico, os perrengues do cotidiano sob o regime cubano. Seu blog teve 4 milhões de acessos em um mês e ela acaba de ser eleita pela revista Time uma das 100 pessoas mais influentes do mundo. Mas em Cuba pouca gente sabe que a blogueira existe.

Quando decidiu lançar o blog Generación Y, em abril de 2007, Yoani Sánchez era uma desconhecida filóloga de 31 anos disposta a tornar públicos desabafos sobre seu cotidiano em Havana. Para se manifestar, ela recorreu ao único espaço ainda não regulamentado pelo governo da ilha: a internet. Batizou a página em alusão à geração de cubanos que, como ela, receberam nomes iniciados pela letra Y e cresceram em uma Cuba pós-revolução. E alcançou um resultado quase imediato. Carregados de críticas, os relatos pessoais da blogueira se alastraram pela rede.

Em março deste ano, o blog recebeu, segundo Yoani, 4 milhões de visitas, a maioria de cubanos radicados em países como Estados Unidos, Espanha e Itália, e virou fórum de acalorados debates (um post já incitou mais de 6 mil comentários). Em maio, ela foi apontada pela revista Time como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo.

‘Eu vivo uma vida real e outra virtual. A virtual é imensa. Não tenho idéia de até onde ela se estende’, disse Yoani em entrevista concedida em seu apartamento de 60 metros quadrados em um prédio malcuidado dos anos 80. Na casa onde ela mora com o marido, o jornalista Reinaldo Escobar, de 61 anos, e o filho, Teo, de 12 anos, não há internet. Os únicos sinais de tecnologia são um pendrive e um laptop quebrado. Badalada fora de Cuba, no próprio país a blogueira continua sendo a filóloga discreta e magra que se veste com uma camiseta desbotada e se mantém com traduções e visitas guiadas para turistas. Em um lugar onde a internet é restrita e todas as informações são oficiais, poucos conhecem a história de Yoani. E é sobre essa trajetória que ela fala a seguir:

Como surgiu a idéia de fazer um blog? Tudo começou em 2004, quando um grupo se reuniu para criar uma revista digital que, em um primeiro momento, se chamou Consenso e estava relacionada ao Arco Progressista, um partido de oposição moderada. A organização apoiou a revista até 2005, mas passamos a sentir que ela queria transformá-la em seu veículo de comunicação oficial. Então eu e Reinaldo (marido de Yoani) decidimos fazer um projeto independente, o DesdeCuba.com, que hoje é formado por seis pessoas. Meu blog foi um dos primeiros desse portal.
Por que você decidiu fazer o blog? Por vários motivos. Pelo fato de eu estar saturada com sentimentos como insatisfação e frustração. E, sobretudo, por constatar que os meios oficiais não refletiam minha realidade. Chegamos a um ponto em que não era possível continuar da mesma forma. Por outro lado, eu já sabia usar as ferramentas tecnológicas e entrei em contato com os blogs (Yoani morou na Suíça entre 2002 e 2004 e lá trabalhou no site de uma livraria). Pensei: tenho muito a dizer, mas isso não cabe na linha editorial de nenhuma publicação que conheço, nem mesmo DesdeCuba.com. Porque DesdeCuba.com é mais objetivo e eu queria fazer um exorcismo pessoal, a partir de uma óptica muito peculiar. Não queria fazer jornalismo, queria usar a primeira pessoa, referir-me à minha vida.

Mas por que a internet, se ela é tão complicada e cara para um cubano? Não fomos nós que decidimos fazer a revista na internet. O fato é que um cidadão normal em Cuba jamais terá acesso a alguns minutos de televisão nacional, alguns minutos na rádio ou algumas linhas nos jornais. Se em Cuba uma pessoa faz, imprime e distribui um pequeno jornal, é um delito que se chama propaganda inimiga, de acordo com o Código Penal. Não há leis que impeçam um cubano de colocar opiniões na internet.
Há pessoas afirmando que seu discurso ajuda a reforçar interesses políticos como os do governo norte-americano… Todos os fenômenos novos são passíveis de ser manipulados de um lado ou de outro. Não quero me proteger contra a manipulação. Podem usar meu discurso como quiserem, isso não vai mudar o que digo. Não escrevo para satisfazer os de Miami ou o Partido Comunista. Muitas pessoas dizem: você apenas escreve críticas. Mas a televisão, a rádio e os jornais já falam do que é positivo. Para que vou gastar meu tempo quando a imprensa oficial já se dedica a isso?

Você tem sido muito crítica em relação às regras do governo cubano. Há algo positivo no sistema? O mais positivo é que já sabemos qual não é o caminho. É ter vivido uma experiência que nos diz: por aqui não devemos seguir. Em geral as pessoas que vivem em Cuba acham que o sistema de educação deve ser mantido. Mas o certo é que, nos últimos 15 anos, a qualidade da educação se deteriorou muito. Não me sinto satisfeita com a educação que meu filho recebe. É medíocre, não fomenta a criatividade ou o debate. Na classe do meu filho há quatro fotos de Fidel Castro. Tudo está muito carregado com ideologia.
Qual é a sua Cuba ideal, então? O mundo ideal em Cuba não vai chegar tão cedo. Primeiro, porque a política tem gerado um preço social, político e antropológico. Perdemos muitas das tradições e valores. Leva tempo para construir uma nação fragmentada. A ilha ideal que chegará em 40 ou 50 anos precisa ser uma Cuba inclusiva, onde não existam linhas divisórias que separem um cubano do outro. Você não pode ser menos cubano porque vive fora do país ou menos cubano porque é turista. Uma Cuba ideal precisa ser plural, onde o que faço não constitua um delito ou uma traição. Onde ninguém seja acusado de ser agente do imperialismo por dizer o que pensa. E uma Cuba ideal precisa ser civil: Cuba está excessivamente militarizada.
Como a experiência na Suíça a influenciou? Fui para lá saturada dos problemas econômicos e da falta de liberdade no meu país. Saí de Cuba como turista e muitos amigos me ajudaram naquele país a encontrar um espaço. Mas a distância e a vida na Suíça me levaram a outra situação: a situação de migrante, de ter de começar do zero, é complicada. Refleti que talvez mudar as coisas no meu próprio país poderia ser melhor, afinal, para minha vida, para minha profissão. A Suíça me ajudou a recarregar as baterias. À distância, acreditamos que é possível fazer algo para mudar as coisas. Quando voltamos, chocamos contra o muro do imobilismo, da burocracia, do controle político. De qualquer forma, estou nesse processo agora: comprovando o quanto pode ser feito. Além disso, contava com internet 24 horas, o que permitiu perceber o vasto universo que representa a rede e as suas potencialidades criativas. Um dos pontos mais difíceis quando voltei para Cuba foi me acostumar com as limitações de acesso à internet.

Você tem sofrido algum tipo de censura ou repressão? Eles (o governo) não podem me expulsar do trabalho porque sou autônoma. Também não quero comprar um eletrodoméstico, estar três dias em um hotel, coisas que fazem com que muitos cubanos continuem se comportando bem. Não porque eu tenha renunciado ao conforto. Mas não quero pagar um preço político por ele. Nem mesmo o fato de não me deixarem sair do país foi desgastante para mim. Creio que isso foi a coisa mais forte que o governo fez até agora contra mim.

E como recebeu a notícia de que faz parte da lista das 100 pessoas mais influentes do mundo? Aqui em Cuba disseram que Evo Morales (presidente da Bolívia) estava na lista, mas nem mencionaram que havia uma cubana entre os indicados. Fiquei contente pelo reconhecimento, é um apoio a esse novo fenômeno da blogosfera cubana. Para fazer parte da lista, uma pessoa pode ter percorrido múltiplos caminhos, não necessariamente positivos. O que mais me gratifica é fazer parte dela como cidadã: fui incluída não por fazer parte de um partido ou ser uma artista. Faço parte dela porque decidi expressar o que penso.
O que mudou no seu cotidiano com a crescente popularidade? Eu vivo uma vida real e outra virtual. A virtual é imensa e não tenho idéia de até onde ela se estende. Não tenho idéia de tudo o que é dito sobre o meu blog. Recebo alguns ecos dessa outra vida. Às vezes me dizem: você saiu no Cambodia Daily. Na minha vida real, há coisas que têm mudado. Agora tenho menos tempo para a família. Os jornalistas têm me procurado com muita freqüência. Também tenho mais responsabilidade em fazer o blog porque quero manter esse fórum de debates. Mas algo mudou na visão que os outros têm de mim. Eu sempre fui uma pessoa bastante anônima, uma observadora da realidade. Agora as pessoas me notam.
Além de manter o blog, quais são seus planos? Tenho um projeto de escrever, de contar o que vejo na literatura. Vou seguir com o blog, sem datas-limite. No dia em que não quiser mais fazê-lo, vou deixá-lo. O que me interessa muito é a literatura e ajudar a blogosfera cubana, novos blogs que nascem na ilha.

 

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Dr. House by Simpsons

12 Julho, 2008

Muito bom! A mistura de duas coisas que adoro!

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Polícia Federal prende Antônio Albuquerque

11 Julho, 2008

 

 

De todas as instituições públicas brasileiras poucas têm tanto prestígio quanto à Polícia Federal. Alagoas toda está grudada na frente da tv ou/ e nos sites de notícias nessa manhã com a prisão do ex Presidente da Assembléia Legislativa do Estado acusado de crimes de pistolagem, Antônio Albuquerque. Num estado onde o coronelismo ainda reina, a concretização dessa prisão nos espanta.

 

C.

 

Albuquerque: ‘Sou mais um Cristo a sofrer’

Parlamentares são presos acusados de participação em crimes de pistolagem

Fonte: Gazetaweb

Uma operação conjunta entre as Polícias Federal, Civil e Força Nacional, denominada ‘Operação Resurgere’ (Ressureição em Latim), foi deflagrada no início da manhã desta sexta-feira (11).

As polícias executam 10 mandados de prisão, e 10 de busca e apreensão, expedidos pelo Juiz da 17ª Vara criminal, José Braga Neto. Entre as 10 prisões, estão incluídas a de três deputados estaduais afastados - João Beltrão (PMN), Cícero ferro (PTB) e Antônio Albuquerque (sem partido) - acusados de participação em crimes de pistolagem no Estado.
 O deputado afastado, João Beltrão (PMN), - que ainda não foi encontrado -, teve sua casa, no Conjunto Residencial Aldebaran, revirada esta manhã. Uma equipe da polícia também está de plantão em frente a outra casa de propriedade do parlamentar afastado, no município de Coruripe.

 O presidente afastado da Assembléia Legislativa (ALE), Antônio Albuquerque (sem partido), fez o exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML) e foi encaminhado a carceragem da Polícia Federal, junto de seu advogado Marcelo Brabo. Albuquerque foi preso em sua fazenda no município de Limoeiro de Anadia. Com ele foram encontradas duas pistolas 380 registradas. Ao sair do IML, o parlamentar disse à imprensa que é inocente. “Sou mais um Cristo a sofrer. Vou provar minha inocência”, alegou Albuquerque, acusado participação em um assassinato ocorrido em 1996.

 Cícero Ferro, que também foi afastado da Casa Tavares Bastos, por envolvimento na Operação Taturana – que investiga o desvio de cerca de R$ 300 milhões da Assembléia – já fez o exame de corpo de delito e está preso na PF. O advogado Welton Roberto, que defende Ferro e Beltrão disse que a prisão não tem fundamento, pois os crimes aconteceram há muito tempo. “O crime aconteceu há 12 anos. Vamos entrar com uma ação no Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ), mas já sabendo do resultado, vamos recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ)”, alega o advogado.

 

 

 

 

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O sossego após o desassossego

11 Julho, 2008

Tirou-me o sobressalto e o medo
O sangue voltou a correr..
Levando endorfina a cada célula
Fazendo o sorriso ficar mais largo
E o coração calmo, calmo
Ah, tirou-me o aperto no peito
Acabou com o desassossego
Que perturbava a lembrança insegura
Cada frase, pura medicina
Palavras que despertaram o coração entorpecido

Nos dias em que falei, falei, falei

Ouviu, ouviu e riu

E questionou o porquê do fôlego tomado

Se o castigo para que eu tivesse paz

Já foi pago

Sobre seus ombros, carregado

Tirou-me tanto
E me trouxe outro tanto de coisas

E pela troca que vivenciamos todos os dias

Serei eternamente grata

C.

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Criançada

10 Julho, 2008

Posso estar triste como for, abatida ou desanimada. Aí chega a terça-feira, dia de encontrar essas pecinhas. Chego lá e abro o sorriso fácil com um sorriso daqueles que se abrem pra mim. Tenho uma ligação muito forte com criança. Gosto delas e sou correspondida e essas ai então…

Terça até às 19h30 estava tristinha, depois das 21h00 era outra. kkkk

Queridos demais, especiais demais. Sentirei falta, muita falta!

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Acasos planejados

10 Julho, 2008

 

Uma semana que não apareço aqui. Uma semana parece pouco demais, mas em uma semana o mundo já não é mais o mesmo. Ingrid Bittencourt já não é mais prisioneira das Farc, Celso Pita foi preso pela PF, a Claro lançou os telefones 3G. Uma semana é o bastante pra trazer mudanças. E eu já não sou a mesma da semana passada e graças a Deus por isso.

 

Hoje é dia de falar em destino, coincidência, ou seja o nome que for. Me acostumei a dizer “acaso”, quando Deus diz “zelo”. A gente que tem blog sempre ta vendo as estátisticas de visitas e se pergunta quem são as pessoas que param ao “acaso” ou propositalmente pra vir aqui ler as coisas que pensamos. Dia desses uma dessas estátisticas tomou forma de gente. Com voz e endereço. Poderes da internet. E por incrível que pareça, a guria é de Curitiba, que por um “acaso” é a cidade que irei morar em breve (depois escreverei sobre isso), e a guria por acaso também é cristã e colérica. Aline. Acasos para nós e um Deus no trono dando risada de sua novela criativamente bem escrita. Acaso era eu pensar que todo curitibano era ressabiado ou que ia demorar muito tempo pra  começar uma amizade por lá. Um Deus de “acasos planejados”.

 

Acaso era ter um enfermeiro entre os reféns das Farc justamente quando Ingrid Bittencour precisava de cuidados médicos?

 

Acaso foi eu encontrar o Luna na Pão e Cia um dia com Kenny e depois ele ir morar lá pertinho da minha casa?

 

Acaso foi nos meus primeiros dias de faculdade ficar por perto das pessoas certas, que se tornaram amigos eternos?

 

Acaso foi de tanto lugar que Elianderson poderia ter ido fazer ETED ele ir pra Curitiba e de lá me mandar um email dizendo: Aqui é o seu lugar, e meses depois eu ter convicção disso?

 

 

Estejamos atentos ao roteiro do Criador, porque nada nessa novela que é a nossa vida, pode ser chamado de acaso.

C.

 

 

 

 

 

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Vem ai filme de Friends

3 Julho, 2008

Fãs de Friends: segurem o coração!

Depois do sucesso de Sex and the City nos cinemas, o elenco do extinto seriado Friends se animou para finalmente chegar às telonas. Segundo o tablóide inglês Daily Mail, Jennifer Aniston (Rachel), Courteney Cox (Monica), Matthew Perry (Chandler), Matt LeBlanc (Joe), Lisa Kudrow (Phoebe) e David Schwimmer (Ross) se reuniram e estão prontos para encarar seus personagens mais uma vez.

O projeto está bem no começo e deve ficar pronto só daqui a 18 meses – ou seja, para 2010. Apesar de ainda ser muito longe, já dá para esperar cliques do sexteto e histórias das filmagens. Aliás, a primeira delas é que foi Jennifer Aniston quem mais demorou para topar reviver sua Rachel…

Enfim, Friends again!

C.